{re}Pensando Universidades com Novas Receitas Extra-Acadêmicas

  É possível se estruturar novo conglomerado financeiro focado no ensino superior, com serviços bancários, que:
- Ofereça retorno para a universidade no uso dos serviços financeiros pelos alunos e sua comunidade?
- Aumente as receitas da universidades, a remuneração dos mestres e colaboradores dentro da cadeia de valor?
- Reduza as despesas destes serviços financeiros usados pela universidade, alunos e comunidade?
- Crie novos serviços semelhante a Poupança Educação e Pagamento Antecipado como existe nos EUA?
- Ofereça Bolsas de Estudos Premium, sem juros, e cursos gratuitos de pré-vestibular, mestrado e doutorado?
- É verdade que a universidade não precisa fazer nenhum investimento para obter tais vantagens?

  Sumário

  O atual sistema de sala de aulas nasceu em 1.636 criado pela Universidade de Harvard. No Brasil, as dificuldades que as universidades públicas terão com a redução de verbas e as particulares com a evasão de alunos agravado com o aumento da inadimplência nos leva a muitas reflexões. Os docentes também terão um forte impacto com uma redução acentuada de carga horária e remuneração, problemas a serem realçados pelas reformas da previdência social, trabalhista e terceirização da mão de obra. Em tempo de disrupturas é preciso {re}PENSAR A UNIVERSIDADE focada na sua revitalização financeira, ou seja na sua cadeia de valor. Será que os países mais avançados têm exemplos que merecem ser estudados, além do exemplo Harvard? Veja link sobre a dificuldade das universidades públicas em reportagem da Revista Exame.


  A resposta para todas as perguntas acima é sim. 

  Proposta  


  A solução {re}Pensando Universidades  com Novas Receitas Extra-Acadêmicas é um conjunto integrado de 4 sistemas interligados, cada um customizado de acordo com as necessidades dos usuários.

  O primeiro sistema é a proposta da estruturação de um Conglomerado Financeiro focado no ensino superior, que desenvolva novos serviços financeiros como a implantação do University Money Desk obtendo receitas financeiras para as universidades além de outras ferramentas de apoio como cursos gratuitos e uma plataforma, também, gratuita de conquista de alunos. 

  O conglomerado financeiro proposto tem 2 áreas distintas para se atender mais de tem mais de 2.000 universidades convencionais: i) - Ao invés de se implantar um banco comercial quando seria preciso investir apenas na obtenção de sua carta patente, mais de R$ 17 milhões, como alternativa usar os serviços bancários de cooperativas de crédito a serem estruturadas, uma para cada universidade, usando a experiência de sucesso nos EUA, com investimento feito pelos docentes, colaboradores e investidores locais; e ii) O grupo de empresas financeiras, como cartão de crédito, financiamentos e créditos (consignado, hipotecário e imobiliário), com a respectiva corretora de valores, com investimento feito por investidores, em parceria com as cooperativas de crédito. 

  O segundo sistema é o das receitas extra-acadêmicas que podem ser obtidos de serviços de apoio a estruturação das universidades corporativas, surfando na onda da disurção das universidades convencionais.


dedesenvolvidos em parceira com as universidades, como seriam as do:
    a) Registro de diplomas, direitos autorais e contratos sob a forma de blockchain. No país existem perto de 13.000 cartórios que estarão ingressando neste ambiente digital. Estes detêm um formidável acervo de investidores e corretores imobiliários não utilizados;
    b)  Shopping Money Desk aonde seriam implantados nos 500 principais shoppings que abrigam mais de 70 mil  lojas Cooperativas de Crédito e de Economia, associadas ao Conglomerado Financeiro já mencionado focado no varejo, com serviços financeiros novos, como o Crediário Virtual;
    c) Public Services Money Desk que é implantação de Cooperativas de Crédito e Economia 

Objetiva-se estruturar um novo grupo financeiro focado na educação superior subdividido em 2 partes: Cooperativas de Crédito com investimento feito por docentes e pequenos investidores locais, que fazendo as vezes de um banco comercial não se necessita investir R$ 17 mmm na sua carta patente e um conglomerado operando 5 cartas patentes que necessitam um investimento de R$ 20 milhões a ser feito em 3 partes: Pelas cooperativas de crédito, pelos franquiados do University Money Desk e investidores.

  Acoplado a estes serviços financeiros estão desde uma rede social que retorna benefícios acoplada a atividades que aumentam a rentabilidade da solução de forma acentuada.

  Para se entender toda a estratégia é imperativo se quebrar paradigmas. As chaves estão no marketing, no financiamento acadêmico, no wi-fi e smartphones da nova tecnologia, nas atividades extra-acadêmicas e redes sociais colaborativas, na era da Sharing Economy, propostas que norteiam esta solução, como apresentado abaixo.

 Entenda mais como quebrar paradigmas, paradoxos, e crenças pelo prof. Lair Ribeiro, especialista em PNL, autor do livro o Sucesso não Ocorre por Acaso no vídeo abaixo:


Paradoxos, paradigmas e crenças - Lair Ribeiro - YouTube

Docentes Pró-Ativos

  Sem a quebra de paradigmas os docentes não conseguirão enxergar a luz no fim do túnel e, principalmente, como obter uma maior remuneração para si e para suas universidades.

  Estes têm que exercer um novo papel de docentes pró-ativos e inovadores. Assumindo a posição de protagonistas empreendedores e consultores, dentro de suas universidades e não, tendo uma atitude, praticamente, passiva como acontece hoje, se limitando a ministrar aulas.

  Para se inovar é preciso se impregnar no ambiente universitário, de forma permanente, o estímulo a pesquisas e empreendedorismo, o que envolve investimento em laboratórios, recursos humanos, tecnológicos e em redes colaborativas.

  Como obter mais receitas no mar de dificuldades que as universidades e o país enfrentam? Além da quebra dos conceitos acima é importante se conhecer o que acontece em marketing no ensino superior.


Miopia em Marketing

 

Miopia em Marketing - Carlos Monteiro
CM Consultoria - YouTube 

   Atento as colocações do consultor Carlos Monteiro, no que tange aos cursos on line, você sabia que nos próximos anos serão criadas pelo menos entre 20.000 e 30.000 universidades corporativas? Como as 2.350 universidades tradicionais e seus docentes podem surfar sobre essa nova onda, ou vão ficar para trás?

  Quebrando paradigmas e estudando a cadeia de valor, se chega a conclusão, evidente, que para atender a essa nova realidade que o mundo universitário encontra, buscando novas fontes de receitas alternativas é preciso, por exemplo, desenvolver atividades extra-acadêmicas, que repousam em uma nova visão de marketing que envolve várias óticas e respectivas ações.

  O acadêmico não é, apenas, aluno. É muito mais, é o cliente que mantém a escola viva! Enquanto um aluno frequenta a escola por um número limitado de anos o aluno-cliente deve, mesmo, depois de formado permanecer conectado a universidade de uma forma intensa e permanente. Além de fazer novos cursos deveria acompanhar os novos TCCs, ter notícias sobre as novidades da sua área de atuação via news letter, pelo networking da instituição acompanhando o desenvolvimento da carreira de seus pares, serviços que devem serem prestados por profissionais de ponta.

 Quanto efetivamente a universidade dos dias de hoje está preocupada com a empregabilidade depois da obtenção do diploma e a carreira de seu aluno? Ele tem ou participa no máximo da rede dos amigos formados no ano tal, não recebendo de forma permanente o apoio que deveria. Via de regra ele fica abandonado a própria sorte e, vai aos poucos esfriando o "amor" pela universidade, exatamente como acontece em um relacionamento sem romance.
....

 A solução {re}Pensando Universidades sob a ótica do aumento de receitas reuniu neste blog 10 temas que dão base a sua estratégia, em proposta de trabalho a ser feita a 4 mãos, com uma equipe formada pelos notáveis de cada área a ser desenvolvida como segue abaixo:

1) Acompanhando o Exterior. É de fundamental importância se entender o que acontece fora do país. As universidades convencionais  obtêm receitas de outras fontes, que não acadêmicas, como por exemplo de cartões de crédito usados pelos alunos e, principalmente, dos ex-alunos.

Além disso quase todas elas estão interligadas a cooperativas de crédito, Credit Unions, que alcançam toda a comunidade em torno da universidade o que representam ganhos em várias serviços financeiros. Algumas dessas instituições chegam a ter mais de 100.000 membros o que dá uma ideia do alcance destes serviços. Link: Acompanhando o Exterior;

2) Disrupção no Ensino Superior. Veja uma importante explanação de um professor de Harvard, conceitos básicos e a mais útil ferramenta. Link: Dirupção no Ensino Superior;

3) Universidades Corporativas em Rede. As atuais 2.350 universidades convencionais vão perder espaços significativos na medida que se estruturem mais 30.000 universidades corporativas em formação. As convencionais e seus docentes que entenderem esta disrupção só têm a ganhar. Link: Universidades Corporativas em Rede;

4) Employer Branding a nova técnica de se conquistar alunos e candidatos na era do Fim do Emprego. Link: O Novo Mercado de Trabalho;

5) Marketing Conquistando alunos http://repensando-universidades.blogspot.com.br/2016/08/conquistando-alunos.html

6) Cursos e Livros Gratuitos. Bolsas de Estudo. Conteúdos e apoios vitais para atração de mais candidatos e, principalmente, a capacitação de docentes com curso de mestrado e doutorado, com recursos obtidos da solução. Link: Cursos Gratuitos e Bolsas;

7) Fintechs & Insurtechs. As disrupções no mercado de capitais e de seguros, estão abrindo novas oportunidades com baixo investimento. As universidades tradicionais apenas usando sua marca podem surfar nessa onda de forma isolada ou em grupo com grandes vantagens. Link: Fintechs Insurtechs;

8) A estratégia de Cooperativas de Credito Universitárias associadas a um Conglomerado Financeiro. Geração de recursos para os cursos gratuitos e fundos para bolsas de estudo. Link: Conglomerado Financeiro;

9) Redução de Custos. Transformar centros de custos em centro de receitas, como a biblioteca.  Implantar Central de Compras para compra em lotes econômicos diretamente na indústria. Fórum de Estudos comparativos de Modelo de Orçamentos. Link: Redução de Custos;

10)  Outras Receitas Extra-Acadêmicas: Contratos. Blockchain. Direitos Autorais. Parceria com os 13.000 cartórios onde estão investidores e corretores imobiliários, Loja da Universidade com: - Sua marca em camisetas e bonés; - Livros novos, usados e gratuitos em PDF; - Compra de celulares em grupo. e Solução Exposição e Abertura de Franquias. Link: Blockchain, contratos, direitos autorais;

11) Exemplos no país. Mackenzie, Positivo, Univali e outras. Link: Exemplos no País;

12) Engenharia Financeira e Potenciais Receitas da Solução: Link: Engenharia Financeira e Potenciais


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